A Medicina da Conservação, termo introduzido pelo médico veterinário sul africano Dr. Michael D. Kock em 1996 quando mencionou o estudo dos contextos ecológicos inter-relacionados à saúde, constitui uma nova ciência, voltada para enfrentar a ameaça crescente dos agentes etiológicos, dos mais diversos tipos, que ameaçam a riqueza biológica do planeta. A Medicina da Conservação não é uma especialidade e defini-la constitui por si só um desafio, pois as perspectivas sobre a abrangência do termo são variadas. Mas de um modo geral podemos considerar como sua definição consensual a ciência que estuda as relações entre os problemas ecológicos e a saúde humana, animal e ambiental. Esta nova ciência tem despontado como um forte elemento de integração com uma visão transdisciplinar conjunta a respeito dos problemas ambientais e suas conseqüências sobre a saúde e a conservação das espécies e acertadamente, preocupa-se com a relação entre as atividades humanas e seus impactos prováveis nos diversos ecossistemas, incluindo as reações dos organismos nesse contexto, especialmente o homem. A Medicina da Conservação não é uma atribuição exclusiva de uma profissão ou de um grupo de profissionais, porém opera fundamentalmente composta por equipes profissionais multidisciplinares, capazes de transpor limites clássicos das suas profissões. Mundialmente os conceitos da Medicina da Conservação estão sendo discutidos e inseridos nas ações de conservação da biodiversidade, buscando integrar a saúde das populações humanas, de animais domésticos e animais selvagens à qualidade ambiental.
Este blog foi criado para compartilhar experiências da área clínica de animais silvestres e assuntos referentes ao manejo destas espécies em cativeiro.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
MEDICINA DA CONSERVAÇÃO
A Medicina da Conservação, termo introduzido pelo médico veterinário sul africano Dr. Michael D. Kock em 1996 quando mencionou o estudo dos contextos ecológicos inter-relacionados à saúde, constitui uma nova ciência, voltada para enfrentar a ameaça crescente dos agentes etiológicos, dos mais diversos tipos, que ameaçam a riqueza biológica do planeta. A Medicina da Conservação não é uma especialidade e defini-la constitui por si só um desafio, pois as perspectivas sobre a abrangência do termo são variadas. Mas de um modo geral podemos considerar como sua definição consensual a ciência que estuda as relações entre os problemas ecológicos e a saúde humana, animal e ambiental. Esta nova ciência tem despontado como um forte elemento de integração com uma visão transdisciplinar conjunta a respeito dos problemas ambientais e suas conseqüências sobre a saúde e a conservação das espécies e acertadamente, preocupa-se com a relação entre as atividades humanas e seus impactos prováveis nos diversos ecossistemas, incluindo as reações dos organismos nesse contexto, especialmente o homem. A Medicina da Conservação não é uma atribuição exclusiva de uma profissão ou de um grupo de profissionais, porém opera fundamentalmente composta por equipes profissionais multidisciplinares, capazes de transpor limites clássicos das suas profissões. Mundialmente os conceitos da Medicina da Conservação estão sendo discutidos e inseridos nas ações de conservação da biodiversidade, buscando integrar a saúde das populações humanas, de animais domésticos e animais selvagens à qualidade ambiental.
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